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  • 25 Janeiro 2013

    Depois da CSN e da ArcelorMittal, Usiminas ajusta preços do 1oT

A produtora brasileira Usiminas fez o mesmo que as concorrentes CSN e ArcelorMittal e aumentou os preços da BQ, da BF e da HDG, disseram as fontes do mercado à Platts SBB.

A CSN está planejando dois mais aumentos para 2013.

Os ajustes realizados pela Usiminas são os mesmos feitos pelas duas outras empresas: 7% para a BQ e 3.5% para a BF e a HDG. “Mas a empresa aumentou os preços apenas para distribuidores e algumas empresas de componentes automotivos. Para os outros players de componentes automotivos, o novo preço foi adiado, mas até fevereiro, acredito”, observou um executivo.

Outra fonte acrescentou que há rumores no mercado de que a CSN “pode realizar outro aumento nos preços de cerca de 3.5% no primeiro semestre e mais um no mesmo valor no segundo semestre".

Considerando os atuais aumentos, a BQ pode ser negociada domesticamente a cerca de US$ 772-806/t; a BF a cerca de US$ 981-991/t e a HDG a cerca de US$ 1.089-1.124/t. Todos os preços são ex-works e não incluem taxas.

De acordo com um relatório do Deutsche Bank, os aumentos de preço beneficiarão o mercado nacional: “Em nossa visão, os investidores permanecem céticos em relação aos aumentos de preço no Brasil e, portanto, esperamos que as confirmações de aumentos de preço nos próximos meses sejam positivas para o setor".

Steel Business Briefing, 24/01/2013

 

  • 15 Março 2012

    ICMS: MATÉRIA DA REVISTA EXAME ALERTA
    PARA NOVA MODALIDADE DE FRAUDE

A internet virou mais uma aliada para a sonegação do imposto sobre circulação de mercadorias, o ICMS. E para evitar que o atual cenário afete ainda mais o empresariado nacional, a unificação do imposto se torna cada vez mais urgente. Segundo divulgado pela Revista Exame, golpistas em busca de obter vantagem com a diferença de tarifas presentes nas unidades da federação (as taxas variam de 4% a 25%) estariam promovendo o, assim chamado pela publicação, “Passeio da Nota 2.0”.

Com a nota fiscal eletrônica, o fraudador precisaria apenas de um clique no computador para simular que algo foi produzido em um determinado estado (com cobrança menor), mesmo que a mercadoria não tenha em momento algum saído do local de origem, onde a cobrança, por exemplo, seria mais elevada.

No caso da distribuição de aço, há um segundo fator, decorrente dos benefícios fiscais para produtos importados. Portos de Itajaí (SC) e Vitória (ES), com cobranças menores de ICMS, estariam atraindo cargas do exterior que seriam originalmente destinadas ao porto de Santos. Com isso, os importadores conseguem lucrar com o crédito do imposto obtido na circulação entre os estados.

Outra fraude que aparece na publicação é o ‘passeio de nota fiscal internacional’. Já que o benefício dos portos acima citados só afeta mercadorias importadas, distribuidores desonestos teriam passado a simular que cargas de produtos nacionais teriam vindo de países como China ou Itália. O que acontece, na realidade, é somente a falsa emissão da nota fiscal eletronicamente, como se o aço tivesse origem no exterior. Esta operação reduziria o preço do aço entre 8% e 12%. A diferença dos valores seria também obtida com o crédito tributário das tarifas.

De acordo com a revista, a única solução para acabar com esse tipo de golpe está em se estabelecer no Senado a discussão para se definir uma alíquota única de ICMS para os bens importados.

O Sindisider alerta que as atitudes acimes descritas se enquadram em crime fiscal. Se comprovada a fraude, os governos estaduais podem penalizar as empresas. Respeitando a lei, o empresário evita problemas futuros e também fortalece o setor.

 

  • 12 Março 2012

    PREÇOS SOBEM LENTAMENTE, DÚVIDAS ECONÔMICAS CONTINUAM

A perspectiva no mercado de aço global continua melhorando. A maioria dos preços está subindo, embora isso pareça principalmente por razões sazsonais em vez de acordo com o cenário, já que a demanda na maior parte do mundo permanece fraca. A economia global e os mercados do aço enfrentam muitas incertezas para os importadores e compradores.

Enquanto o índice dos gerentes de compra (PMI) de fevereiro para a maioria dos países foi de expansão (acima de 50), eles se mantiveram. O PMI da JP Morgan Global Manufacturing and Services acelerou pelo quarto mês em fevereiro, subindo para 55.5, em relação a 54.5 em janeiro; os serviços mostraram a maior taxa de expansão, com crescimento distorcido para os EUA. O PMI oficial da China ficou acima de 50, enquanto o índice do HSBC ficou abaixo, assim como o PMI para a zona do euro. Assim, o 2oT deve registrar crescimento econômico na maior parte do mundo.

O monitoramento de preços globais da Platts SBB subiu um ponto na semana passada: o preço global da BQ subiu US$ 3/t para US$ 716/t, enquanto o preço do vergalhão caiu US$ 6/t para US$ 705/t. Os preços spot do minério de ferro subiram US$ 4/dmt CFR China. Embora os preços de exportação do vergalhão e do tarufo do leste da Ásia e da CEI tenham se firmado, muitos preços de longos leves ficaram estáveis ou caíram. O preço médio de importação da sucata turca subiu US$ 10/t para US$ 450/t CFR, mas no final da semana, também estava em queda, com traders sugerindo que havia acabado o pico. O mercado de exportação do vergalhão regional da Turquia permaneceu ameno e os preços do vergalhão chinês também caíram.

A previsão oficial para o crescimento do PIB chinês em 2012 foi recentemente reduzida para 7.5% de 8%. Embora o valor permaneça alto, o governo busca manter as restrições de crédito para o setor imobiliário comercial, embora isso possa ser parcialmente compensado por novas moradias durante os próximos meses. Os números da produção de carros para janeiro foram bem baixos, mesmo tendo sido afetados pelo Ano Novo Lunar no começo de 2012. Os preços da BQ aumentaram junto com a melhora da perspectiva.

Em contraste, os números de produção de veículos leves da América do Norte subiram substancialmente em janeiro, refletindo vendas significativamente mais altas. No entanto, os preços das bobinas enfraqueceram com a BQ ficando abaixo de US$ 700/s.t. (US$ 772/t) na semana passada. Os tempos de entrega caíram, talvez refletindo a produção mais alta de aço bruto dos EUA - alta de 7.2% no comparativo anual nas primeiras nove semanas de 2012.

Enquanto isso, no norte da Europa, as usinas parecem não ter alcançado as metas de preço para os contratos de BQ e BF para o 2oT, embora os preços tenham subido bastante em relação ao 1oT. Para a BQ, os contratos registrados estavam em € 535-540/t (US$ 720-727/t) ex-works, abaixo da meta de € 570-580/t. O material mais barato italiano com potenciais importações este entre os fatores que influenciaram o mercado. No sul dos Alpes, a BQ estava relativamente estável e a demanda fraca: a BQ italiana estava a € 520-550/t base ex-works.

Steel Business Briefing, 09/03/12

 

  • 15 Dezembro 2011

    PRODUÇÃO NACIONAL DE AÇO CRESCEU 3,7%

Segundo dados divulgados pelo IABr – Instituto Aço Brasil, a produção brasileira de aço bruto em novembro de 2011 foi de 2,7 milhões de toneladas, representando aumento de 3,7% quando comparada com o mesmo mês em 2010. Em relação aos laminados, a produção de novembro, de 1,9 milhões de toneladas, apresentou queda de 5,0% quando comparada com novembro do ano passado. Com esses resultados, a produção acumulada em 2011 totalizou 32,5 milhões de toneladas de aço bruto e 23,3 milhões de toneladas de laminados, o que significou aumento de 6,5% e queda de 1,8%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2010.

Quanto às vendas internas, o resultado de novembro de 2011 foi de 1,7 milhão de toneladas de produtos, crescimento de 11,6% em relação a novembro 2010. As vendas acumuladas em 2011, de 19,9 milhões de toneladas, mostraram crescimento de 2,9% com relação ao mesmo período do ano anterior.

As exportações de produtos siderúrgicos em novembro de 2011 atingiram 811 mil de toneladas no valor 634 milhões de dólares. Com esse resultado as exportações em 2011 totalizaram 9,9 milhões de toneladas e 7,7 bilhões de dólares, representando aumento de 25,6% em volume e de 53,1% em valor quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

No que se refere às importações, registrou-se em novembro volume de 334 mil toneladas (US$ 420 milhões) totalizando, desse modo, 3,4 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, 37,3% abaixo do mesmo período do ano anterior.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em novembro foi de 2,1 milhões de toneladas, totalizando 23,1 milhões de toneladas em 2011. Esses valores representaram aumento de 3,0% e queda de 4,8%, respectivamente, em relação a igual período do ano anterior. (Com assessoria)

 Fonte: InfoMet - Seção: Siderurgia

 

  • 07 Julho 2011

    Steinbruch afirma que tem interesse na Usiminas

    Presidente da CSN compraria fatia dos sócios Camargo Corrêa e Votorantim, se estivesse à venda

  • O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, disse ontem que a empresa tem todo interesse em comprar a fatia da Camargo Corrêa ou da Votorantim no capital da Usiminas, se essas empresas decidirem se desfazer do negócio.
    "A Usiminas é uma boa empresa, mas comprar a participação depende do interesse da Camargo e da Votorantim de vender", disse o executivo, que participou da premiação Melhores e Maiores, da revista Exame.
    Há alguns meses comenta-se, no mercado, que a Camargo Corrêa e a Votorantim, que fazem parte do bloco de controle da Usiminas, teriam a intenção de vender a participação na usina mineira.
    Em conjunto, recentemente, a Votorantim Industrial e a Camargo Corrêa disseram que não existe proposta em aberto ou processo de venda em curso e que sabem do interesse da CSN de elevar o porcentual de participação detido na Usiminas pela divulgação feita pela siderúrgica de Volta Redonda.
    A CSN vem anunciando contínuas investidas para ampliar sua participação no capital da Usiminas. Há pouco tempo, a empresa divulgou que elevou sua participação na usina mineira para 10,01% das ações ordinárias e 5,25% das preferenciais.
    Com esse avanço, o mercado passou a entender que, se continuar comprando ações em bolsa, a empresa comandada por Steinbruch poderia até ter direito a um a cadeira no conselho de administração da Usiminas.
    Perguntado sobre essa estratégia, Steinbruch disse que isso não interessa.
    "De que adianta isso? Temos interesse na Usiminas", frisou o presidente da CSN.
    Participação. Conforme a Lei das S/A, um acionista precisa possuir pelo menos 15% do total de ações com direito a voto ou 10% das ações preferenciais para ter direito de eleger e destituir um membro e seu suplente do conselho de administração.
    Segundo informações do site da Usiminas, o Grupo Nippon detém 27,8% do capital votante da companhia, Camargo Corrêa e Votorantim têm 26%, Previ, 10,4%, Fundo de Pensão Usiminas, 10,1% e o free float (ações negociadas no mercado) é de 25,7%.
    Após a mais recente divulgação da posição acionária da CSN na Usiminas, os acionistas da siderúrgica mineira que controlam a empresa renovaram o acordo de acionistas que vai até 2031.

    Fonte: (Jornal O Estado de S. Paulo - 07/07/2011)

  • 30 Junho 2011

    CSN abre guerra contra importado

    A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou ontem que vai realizar diversos movimentos na cadeia produtiva para evitar a importação de aço, que no ano passado atingiu níveis muito elevados devido à crise financeira, que derrubou os preços no mercado internacional e levou empresas a realizarem estoques.

    O diretor comercial da CSN, Luiz Fernando Martinez, afirmou durante teleconferência com analistas sobre o resultado da companhia que o patamar de importação ainda é elevado no país.

    Segundo ele, no ano passado as importações chegaram a cerca de 25% do consumo. Hoje, estariam em torno de 12%. Mas o patamar ideal para que a indústria nacional conseguisse digerir, na opinião do diretor, seria em torno de 8%. "Mais do que isso é um absurdo, e seria um desastre para as cadeias produtivas", acrescentou.

    Martinez afirmou estar fazendo movimentos na cadeia de utilização de aço para impedir a entrada de material importado no país. As negociações com montadoras já estão sendo iniciadas e a expectativa é de que estejam mais claras no segundo semestre.

    O diretor da CSN acredita que as importações em abril já devem ser mais baixas do que a média registrada no primeiro trimestre. A importação de laminados a quente caiu 50% nos primeiros três meses do ano; a de produtos a frio, 60%; e apenas a queda de zincados ficou abaixo do esperado, com 30%.

    De qualquer forma, ele admitiu que se o câmbio chegasse a US$ 1,63 já ajudaria muito a reduzir as importações. No entanto, Martinez considera que hoje há muitas variáveis a favor da não continuidade da importação, pois não valeria a pena correr o risco de importar somente em função do câmbio. Além disso, o diretor enxerga a possibilidade, inclusive, de realizar aumentos de preços.

    "A gente trabalha de maneira cirúrgica no que diz respeito ao aumento de preços. A gente já implementou aumento na distribuição e na construção civil. Ainda teria espaço para mais", disse.

    Ele acredita que haverá, inclusive, reajuste internacional de preços de produtos siderúrgicos. "Hoje, o mercado é orientado pela demanda da China e o custo no mundo. Não dá para a usina siderúrgica ficar dando prejuízo por muito tempo. Ninguém vai trabalhar para fazer prejuízo e perda".

    Os preços do minério de ferro, atualmente, são controlados pela demanda chinesa, enquanto o aço é regido por custos, segundo Martinez. Mas a situação das matérias-primas foi considerada muito favorável a um aumento, ainda que discreto, no segundo semestre.

    A expectativa é que os estoques sejam equalizados em um patamar confortável neste mês. Em fevereiro, chegou a um patamar considerado ideal, de 2,7 meses.

    Fonte: (Valor Online - 20/06/2011)

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